O Cartão de Crédito UNIBANCO é a proposta da UNICRE para quem quer um cartão sem custo fixo: zero de anuidade no primeiro ano e nos seguintes, comissões nulas dentro do Espaço Económico Europeu e um cashback de boas-vindas que pode chegar a €200 no primeiro ano. Em troca, cobra juros no teto do mercado — TAN de 17,950% e TAEG de 18,5%. O nosso veredito numa frase: é dos cartões sem anuidade mais bem construídos que analisámos em Portugal, desde que nunca lhe pague um cêntimo de juros.

O que é o Cartão de Crédito UNIBANCO

O Cartão de Crédito UNIBANCO é um cartão Visa emitido pela UNICRE – Instituição Financeira de Crédito, S.A., a instituição que está por trás da marca UNIBANCO e de boa parte da infraestrutura de aceitação de cartões em Portugal. Circula na rede Visa e opera também na rede Multibanco, o que significa que funciona nas caixas automáticas e nos terminais nacionais como qualquer outro cartão emitido por um banco português.

Encaixa na categoria de entrada — Classic — e o seu posicionamento no mercado nacional é claro: é um cartão de custo fixo zero, vendido sobretudo a quem não quer manter uma relação bancária adicional só para ter um cartão de crédito. A UNICRE não é um banco de retalho e não lhe vai pedir domiciliação de ordenado nem abertura de conta à ordem. O produto vive sozinho, é pedido pela aplicação e gerido pela aplicação.

É importante perceber o modelo de negócio, porque explica o resto da ficha. Um emissor que não cobra anuidade e que isenta as comissões de compra e de levantamento dentro do Espaço Económico Europeu tem de ganhar dinheiro noutro sítio — e ganha-o nos juros de quem não liquida o saldo, e nas comissões de interbancário que cobra aos comerciantes. Daí a TAN de 17,950% e a TAEG de 18,5%. Não há almoços grátis: há almoços grátis para quem paga a conta a tempo.

Na nossa avaliação editorial, o cartão fica-se pelas 4 estrelas em 5. É genuinamente competitivo no custo fixo e nas comissões, tem uma cobertura digital completa e uma campanha de boas-vindas com valor real. Não chega às 5 por causa da taxa de juro, das restrições da campanha de cashback e de uma divergência de informação entre a página de produto e o preçário oficial, que detalhamos mais abaixo.

Anuidade e custos reais

Comecemos pelo essencial. Segundo o Preçário Unicre em vigor desde 1 de março de 2026, a comissão de disponibilização do Cartão de Crédito UNIBANCO é de €0,00 no 1.º ano e €0,00 nos anos seguintes. Não há comissão mensal de manutenção prevista. Esta é uma isenção verdadeira e permanente, e não uma promoção de captação que expira ao fim de doze meses — uma distinção que vale a pena fazer, porque vários concorrentes oferecem o primeiro ano e passam a cobrar no segundo sem que o cliente dê por isso.

Onde este cartão se destaca ainda mais é nas comissões de utilização dentro do Espaço Económico Europeu. Um levantamento a crédito numa caixa automática, dentro do Espaço Económico Europeu e em euros, coroa sueca ou leu romeno, custa €0,00 de comissão. É um valor raro em Portugal: a maioria dos cartões de crédito nacionais cobra entre €3,75 e €4,00 mais uma percentagem de 4% a 4,5% pela mesma operação. Atenção, contudo, a um ponto que nenhum preçário isenta: a comissão é zero, mas os juros começam a contar imediatamente, à TAN do contrato, sem qualquer período de graça. Um levantamento a crédito nunca é uma operação gratuita, mesmo quando a comissão o é.

Nas compras, o quadro é igualmente favorável. As transações em terminal de pagamento ou online dentro do Espaço Económico Europeu, em euros, coroa sueca ou leu romeno, têm 0,00% de comissão de transação estrangeira. Fora do Espaço Económico Europeu, a comissão sobe para 1,00% — ainda assim abaixo dos 1,75% a 3% que é habitual encontrar no mercado nacional. Nos levantamentos fora do Espaço Económico Europeu, o preçário fixa €3,75 mais 1,00%.

Uma divergência que temos de assinalar. A página de produto do UNIBANCO sugere uma comissão de processamento internacional de 3,0%, valor que não bate certo com o Preçário Unicre. Perante fontes contraditórias, aplicamos a regra editorial do Ibericash: prevalece o preçário oficial, que é o documento com valor contratual e o que é depositado junto do supervisor. Publicamos, por isso, 0,00% no Espaço Económico Europeu e 1,00% no resto do mundo — e recomendamos que confirme este ponto por escrito antes de usar o cartão em viagem fora da Europa. Se a UNICRE aplicar 3,0%, uma compra de €500 nos Estados Unidos custa-lhe €15 em vez de €5.

Nas comissões acessórias, o preçário é moderado. A segunda via do cartão é isenta quando a substituição decorre de razões alheias ao cliente — fraude, avaria, defeito do plástico. O envio do PIN por correio custa €10,00 mais Imposto do Selo de 4%, um valor que se evita facilmente consultando o PIN na aplicação. E o atraso no pagamento tem uma comissão de recuperação de valores em dívida de €5,00 mais Imposto do Selo de 4% — um dos valores mais baixos do mercado, onde o padrão é 4% da prestação com um mínimo de €12,00.

CustoValor
Comissão de disponibilização (1.º ano)€0,00
Comissão de disponibilização (anos seguintes)€0,00
Comissão mensalNão prevista no preçário
TAN17,950%
TAEG18,5%
Período sem juros20 a 50 dias, pagando a totalidade do saldo
Levantamento a crédito no Espaço Económico Europeu (EUR, SEK, RON)€0,00 de comissão (juros contam desde o primeiro dia)
Levantamento a crédito no resto do mundo€3,75 + 1,00%
Compras no Espaço Económico Europeu (EUR, SEK, RON)0,00%
Compras no resto do mundo1,00%
Comissão de recuperação de valores em dívida€5,00 + Imposto do Selo de 4%
Segunda via de cartãoIsenta quando a substituição decorre de razões alheias ao cliente
Envio de PIN por correio (CTT)€10,00 + Imposto do Selo de 4%
Rendimento mínimoNão publicado pelo emissor
Limite de créditoNão publicado; depende da análise de risco

Fonte dos valores: Preçário Unicre em vigor desde 01-03-2026 e página oficial do produto no site do UNIBANCO.

TAEG, TAN e fracionamento

A TAN do Cartão de Crédito UNIBANCO é de 17,950%. A TAEG é de 18,5%, calculada pelo emissor num exemplo representativo de €1.500 de limite de crédito reembolsado em 12 meses. Este segundo número exige um parágrafo próprio: 18,5% é exatamente o máximo que o Banco de Portugal fixou para os cartões de crédito no 3.º trimestre de 2026. Não há aqui ilegalidade nenhuma — há um produto colado ao teto legal, o que significa que, em custo do dinheiro, quase nada do que se vende em Portugal pode ser mais caro do que isto.

Traduzido para o dia a dia: cada mês de saldo em dívida custa cerca de 1,50% desse saldo. Deixar €1.000 por pagar durante um mês sai por aproximadamente €15 de juros; arrastar esse mesmo montante durante um ano inteiro anda à volta de €180. São contas nossas, simplificadas a partir da TAN publicada — o valor real depende do saldo em cada data, do dia em que cada compra entra no ciclo de faturação e dos impostos aplicáveis, e deve ser confirmado junto da UNICRE.

Do outro lado da moeda está o free float: entre 20 e 50 dias de crédito sem juros, consoante o dia do ciclo em que a compra é feita. Quem compra no início do ciclo de faturação aproxima-se dos 50 dias; quem compra na véspera do fecho fica perto dos 20. Se liquidar a totalidade do saldo na data de vencimento, não paga um cêntimo de juros. É este o mecanismo que torna o cartão gratuito — e é o único.

Há ainda um regime de fracionamento com valor real: o pagamento em 3 prestações sem juros em compras acima de €150. É um instrumento útil e transparente, porque tem prazo definido e taxa zero, ao contrário do saldo revolving, que não tem fim marcado. Se comprar um eletrodoméstico de €600 e o dividir em três prestações de €200 sem juros, o custo do crédito é efetivamente nulo. Fazer a mesma compra e pagar o mínimo mensal, deixando o saldo a render juros a 17,950%, é uma decisão financeiramente diferente — e muito mais cara.

Falhar um pagamento acrescenta uma camada adicional. Além dos juros que continuam a correr, há uma comissão de recuperação de valores em dívida de €5,00 mais Imposto do Selo de 4%. É um valor contido em termos absolutos, mas o problema nunca é a comissão: é o saldo que fica a capitalizar à taxa máxima do mercado.

A conclusão prática é a mesma que damos em todos os cartões neste patamar de taxas: este cartão só é barato se nunca pagar juros. Programe o débito da totalidade do saldo, use os 20 a 50 dias de crédito gratuito, e o cartão custa-lhe zero. Comece a arrastar saldo e passa a ter na carteira o produto mais caro que a lei portuguesa permite.

Benefícios principais

  1. Cashback de boas-vindas até €200 nos primeiros 12 meses. É o argumento comercial central e funciona por escalões mensais de compras: um mês com compras iguais ou superiores a €500 dá €20, até um acumulado máximo de €200; um mês com compras entre €300 e €499 dá €10, até um máximo de €100; um mês com compras entre €100 e €299 dá €5, até um máximo de €60. Traduzindo: só quem gastar pelo menos €500 por mês, durante dez dos doze meses, chega efetivamente aos €200.
  2. Restrições que tem de conhecer antes de contar com o dinheiro. A campanha exige registo na aplicação nos primeiros 2 meses e é exclusiva de novos clientes que não tenham tido cartão UNIBANCO nos últimos 24 meses. Quem já foi cliente não recebe nada, e quem se esquecer de fazer o registo dentro do prazo também não. Dizemo-lo com todas as letras porque é o tipo de condição que costuma aparecer em letra pequena.
  3. Comissões nulas dentro do Espaço Económico Europeu. Zero de comissão nas compras e zero de comissão nos levantamentos a crédito, em euros, coroa sueca ou leu romeno. Para quem compra em lojas europeias online ou viaja dentro da União Europeia, é uma vantagem concreta e mensurável.
  4. Pagamento em 3x sem juros acima de €150. Fracionamento com prazo curto e taxa zero, aplicável a qualquer compra acima desse valor.
  5. Proteção antifraude 24 horas. A UNICRE limita a responsabilidade do titular a €50 pelas operações não autorizadas ocorridas nas 48 horas anteriores à comunicação da perda, furto ou uso indevido. É uma garantia contratual concreta, e não uma frase de marketing.
  6. Cobertura digital completa. Contactless, cartão virtual, Apple Pay, Google Pay, MB WAY, Fitbit Pay e Garmin Pay. É das fichas digitais mais completas que encontrámos no mercado português — vários cartões de bancos maiores não chegam a metade desta lista.

E o que este cartão não dá. A UNICRE não publica quaisquer seguros associados a este cartão: nem seguro de viagem, nem proteção de compras, nem assistência. Não há acesso a salas de espera de aeroporto. Não há programa de milhas nem de pontos. Se procura um cartão com seguros incluídos, este não é o produto — e não deve assumir que os tem só porque outros cartões Visa do mesmo escalão os oferecem.

Requisitos para pedir

A UNICRE é discreta quanto aos critérios de aceitação, e isso é a norma na banca e no crédito especializado em Portugal. O emissor não publica um rendimento mínimo para este cartão, nem uma idade mínima, nem um limite de crédito mínimo ou máximo. Não interprete essa ausência como facilidade de aprovação: a decisão depende inteiramente da análise de solvabilidade, que pesa rendimento comprovado, encargos já existentes, histórico de crédito e a informação da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.

O limite atribuído resulta dessa mesma análise e não é conhecido antes da decisão. Num cartão com esta taxa de juro, aliás, um limite mais baixo é uma proteção e não uma limitação — peça o limite de que precisa, e não o máximo que lhe oferecerem.

Sobre promessas de aprovação garantida que possa encontrar associadas a este cartão, seja onde for: não têm suporte na documentação do emissor. A UNICRE não divulga taxas de aprovação nem perfis-tipo de cliente aceite.

RequisitoO que o emissor publica
Idade mínimaNão publicada pelo emissor
Rendimento mínimoNão publicado; a aprovação depende da análise de risco
Rendimento regularExigido e comprovado
Conta à ordem no emissorNão exigida — a UNICRE não é banco de retalho
Análise de créditoAnálise de solvabilidade e aprovação pela UNICRE
Limite de créditoNão publicado; definido caso a caso
Canal de adesãoAplicação UNIBANCO, com identificação digital
Condição para o cashbackNovo cliente, sem cartão UNIBANCO nos últimos 24 meses, com registo na aplicação nos primeiros 2 meses

Prós e contras

O que faz bem

  • Isenção a sério. €0 de comissão de disponibilização no 1.º ano e em todos os seguintes, confirmado no preçário. Não é promoção temporária.
  • Comissões europeias no chão. Zero nas compras e zero nos levantamentos a crédito dentro do Espaço Económico Europeu em euros. É difícil encontrar melhor em Portugal.
  • Cashback com valor real. €200 no primeiro ano não é dinheiro simbólico, ainda que exija disciplina de utilização para se atingir o máximo.
  • Fracionamento honesto. 3x sem juros acima de €150, com prazo definido e custo zero, é preferível a qualquer saldo revolving.
  • Ficha digital completa. Contactless, cartão virtual, Apple Pay, Google Pay, MB WAY, Fitbit Pay e Garmin Pay.
  • Comissão de mora contida. €5,00 por atraso, contra os €12,00 mínimos que são norma no mercado.

O que faz mal

  • Juros no teto legal. TAEG de 18,5% é o máximo permitido para cartões de crédito no 3.º trimestre de 2026. Em custo do dinheiro, este cartão está no topo do mercado.
  • Cashback fechado a antigos clientes. Quem teve cartão UNIBANCO nos últimos 24 meses fica de fora, e o registo na aplicação em 2 meses é uma condição eliminatória.
  • Divergência de fontes por resolver. Página de produto e preçário não coincidem na comissão de processamento internacional. Publicamos o preçário, mas o consumidor merece uma resposta única do emissor.
  • Sem seguros, sem lounges, sem pontos. É um cartão de pagamento eficiente, não um cartão de benefícios.
  • Adesão só pela aplicação. Não existe formulário de adesão direto, o que exclui quem não usa smartphone ou prefere tratar do assunto ao balcão.

Para quem vale a pena (e para quem não)

Vale a pena: o comprador urbano que paga tudo ao fim do mês

Gasta entre €500 e €900 por mês em compras correntes — supermercado, combustível, restaurantes, subscrições — e liquida sempre a totalidade do saldo. Para este perfil, o Cartão de Crédito UNIBANCO é praticamente um cartão gratuito com prémio: não paga anuidade, não paga comissões dentro do Espaço Económico Europeu, usa 20 a 50 dias de crédito sem custo e, se for novo cliente e se registar a tempo na aplicação, arrecada até €200 no primeiro ano. A TAEG de 18,5% é irrelevante para quem nunca a paga.

Vale a pena com cautela: quem viaja dentro da Europa

Viaja com frequência entre países da União Europeia e quer evitar comissões de câmbio e de levantamento. As compras e os levantamentos a crédito em euros dentro do Espaço Económico Europeu são isentos, o que resolve a maior parte dos casos. Duas ressalvas honestas: fora do Espaço Económico Europeu há 1,00% nas compras — e é precisamente aí que a divergência entre a página de produto e o preçário se torna relevante, pelo que deve confirmar por escrito antes de partir; e o cartão não inclui qualquer seguro de viagem, pelo que continuará a precisar de uma apólice à parte.

Não vale a pena: quem tenciona financiar-se com o cartão

Se a intenção é usar o cartão para diluir compras ao longo de muitos meses, este é o produto errado — e, verdade seja dita, quase todos os cartões de crédito portugueses o são. Com uma TAEG no máximo legal, arrastar €2.000 durante um ano custa-lhe perto de €360 em juros. Quem precisa de crédito estruturado deve comparar um crédito pessoal com prazo definido e taxa negociada, que em Portugal tem tetos legais bastante mais baixos. E quem já teve cartão UNIBANCO nos últimos 24 meses deve saber que fica de fora do cashback — sem essa campanha, o cartão continua a ser bom, mas perde o principal motivo para o escolher em vez de outro cartão sem anuidade.

Como pedir o Cartão de Crédito UNIBANCO

A adesão é 100% digital e feita pela aplicação UNIBANCO. Não existe um formulário de adesão direto na web: a página oficial do produto, em unibanco.pt, encaminha-o para a instalação da aplicação, onde faz a identificação digital, submete os documentos e recebe a decisão. Quem não usa smartphone não tem, hoje, um caminho alternativo publicado.

Os passos práticos são estes. Primeiro, instale a aplicação e conclua a identificação digital, com documento de identificação e comprovativo de rendimento à mão. Segundo, e este ponto é decisivo se quer o cashback: faça o registo da campanha na aplicação dentro dos primeiros 2 meses. É uma ação separada da adesão ao cartão, e é aqui que a maioria das pessoas perde o benefício. Terceiro, peça a Ficha de Informação Normalizada antes de assinar e leia a TAEG aplicável ao seu limite, que pode não coincidir com o exemplo de €1.500 em 12 meses usado pelo emissor.

Antes de concluir, faça três perguntas por escrito que a página de produto não responde de forma inequívoca: qual é, afinal, a comissão de processamento internacional aplicável a compras fora do Espaço Económico Europeu — 1,00% do preçário ou 3,0% da página de produto; que seguros, se algum, estão associados ao cartão; e qual o limite de crédito aprovado no seu caso. Peça também o Preçário Unicre em vigor à data da sua adesão, para confirmar valores que possam ter mudado desde a publicação desta análise.

Por fim, programe o débito da totalidade do saldo na data de vencimento. É essa instrução, e não o marketing do cartão, que determina se ele lhe sai grátis ou caro.

Conclusão editorial

O Cartão de Crédito UNIBANCO é um dos cartões sem anuidade mais bem desenhados do mercado português. A isenção da comissão de disponibilização é real e permanente, as comissões dentro do Espaço Económico Europeu são das mais baixas que encontrámos, a cobertura de pagamentos digitais é completa e a campanha de boas-vindas tem valor mensurável. Merece as 4 estrelas em 5 que lhe damos.

O que nos impede de ir mais longe é a combinação de três coisas. A TAEG está no teto legal fixado pelo Banco de Portugal, o que transforma qualquer saldo arrastado num mau negócio. O cashback, apesar de generoso, está fechado a quem já foi cliente nos últimos 24 meses e depende de um registo na aplicação que é fácil esquecer. E há uma divergência por resolver entre a página de produto e o preçário oficial na comissão de processamento internacional — publicámos o preçário, por ser a fonte hierarquicamente superior, mas num produto de crédito o consumidor tem direito a uma única versão dos factos.

O nosso enquadramento é este: veja o UNIBANCO como um excelente cartão de pagamento sem custo fixo, e não como uma linha de crédito. Usado assim — saldo liquidado por inteiro, 3x sem juros quando faz sentido, cashback registado a tempo — é uma escolha difícil de bater em Portugal. Usado ao contrário, é dos cartões mais caros que pode ter na carteira. Compare sempre com alternativas de TAEG inferior antes de decidir e confirme os valores no preçário em vigor à data da sua adesão.

Análise atualizada em agosto de 2026, com base no preçário oficial e nas condições publicadas pelo emissor.