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Artigos curtos e práticos para tomar melhores decisões financeiras.
A tabela nacional do Sicredi fixa um teto, e a sua cooperativa pode cobrar menos. Cada ponto percentual de desconto vale R$ 8,05 por ano — e a 52,8% o Black empata com o Platinum.
A redução da anuidade pode levar até dois ciclos de fatura para entrar. Fizemos a conta: quem atravessa a régua dos R$ 4.000 seis vezes no ano pode pagar os R$ 798 inteiros.
Sacar na função crédito é contratar um empréstimo no caixa eletrônico, sem carência. Veja as três camadas da conta — tarifa, IOF e juros — com os valores que os emissores publicam.
O limite é 1,6 vez o benefício e o saque chega a 70% dele — sempre 1,12 mensalidade em dinheiro vivo. Fizemos a conta faixa por faixa e o que custa devolver devagar.
A taxa cai pela metade da faixa de 8x–10x para a de 15x–18x. Fizemos a conta das quatro opções e do que a troca de faixa devolve em cada valor de compra.
A devolução do IOF é o motivo de ter este cartão. Fizemos a conta de quanto de compra internacional cada parcela de R$ 89,00 exige para se pagar.
Zerar a parcela de R$ 20,00 é a parte fácil. O que pesa depois são as tarifas por evento — e dezesseis saques custam uma anuidade inteira.
Dois pontos LATAM Pass por dólar é o dobro da régua do mercado brasileiro. A mensalidade de R$ 66,50 desaparece — mas só a quem gastar R$ 4.000 por fatura, sessenta vezes o valor da anuidade.
A régua do gasto mínimo esconde duas contas diferentes: o que você economiza e o que precisa gastar para economizar. Fizemos as duas com cartões reais.
A régua da isenção é mensal, não anual. Fizemos a conta de quanto custa cada mês abaixo de R$ 30.000 e de por que a distribuição do gasto pesa mais do que o total do ano.
A devolução da anuidade do Nanquim é julgada ciclo a ciclo. Veja quanto custa o ano quando os meses de gasto não são todos iguais.
Custa R$ 480 por ano e dá 1 ponto Livelo por dólar. O Visa Infinite da mesma casa custa R$ 1.260 e dá 2. Fizemos a conta de quanto custa, na prática, cada ponto a mais.
A taxa do rotativo quase nunca está na página do produto. Veja os cinco lugares onde o número aparece, como converter a taxa mensal em anual e por que o CET muda a decisão.
Custa R$ 168,00 por ano a menos que o Mastercard Black do mesmo banco e, na calculadora do próprio Bradesco, devolve o dobro dos pontos Livelo por dólar gasto. Em troca, dá só quatro acessos a sala VIP por ano.
A escada de pontos Átomos tem quatro degraus. Fizemos a conta de quanto cada um acrescenta por ano e de quanto patrimônio ele exige em troca.
Rotativo e parcelamento da fatura são as duas saídas de quem não paga tudo — e uma custa cerca de três vezes a outra. A conta com cartões reais.
Um cartão Black que não exige conta no Bradesco, por R$ 1.428 ao ano. Mas dá só dois acessos anuais a sala VIP — e a calculadora de pontos da própria página contradiz a pontuação anunciada.
Devolve 0,8% em tudo, mas não publica a taxa do rotativo.
Quatorze retiradas de R$ 15,00 já superam uma anuidade cheia.
No teto, cada R$ 100 de saldo custa R$ 16,99 por mês.
O limite chega a 1,6 vez o benefício, com exemplos do Bmg e do Agibank.
R$ 1.428 por ano para dois acessos a sala VIP — e juros não publicados.
Parcelar divide o pagamento, não o limite: em 18x, cada real trava 18.
Mesmo cartão, mesmo cliente: de R$ 360 a R$ 2.880 por ano.
Em R$ 1.000, a diferença chega a R$ 711 — com taxa mensal, IOF e CET.
Anuidade de R$ 390 zerada nos meses com R$ 3 mil no crédito.
Anuidade de R$ 408 zerada nos meses em que você gasta R$ 3 mil.
Sem anuidade e com sala VIP — mas quase 7,5% nas compras lá fora.
São R$ 28.000 somados no ciclo — e a janela anda a cada mês.
Quem recebe vê um Pix. Quem envia vê crédito — e paga na fatura.
Sem anuidade, aceita negativados e o limite é o que você reserva.
O teto é R$ 500 por operação. Veja o que cada um custa em três cenários.
Mesmo nome, cobranças opostas: muda o custo, o risco e o histórico.
São R$ 58,80 por ano para pontuar. A conta de quando isso se paga.
Sem anuidade e sem meta de gasto — e, em troca, nenhum seguro.
Os mesmos R$ 6.000 devolvem R$ 12 — ou R$ 60, se concentrados num mês.
Subir de versão devolve 0,5% na Platinum e 1,2% na Black.
Três estágios, três custos: a conta com as taxas de sete cartões.
A parcela da anuidade e um saque já comem o limite. Veja quanto sobra.
Movimentar R$ 350, manter R$ 500 parados ou juntar 1.000 pontos.
O mesmo cartão dá 40 ou 10 dias sem juros, conforme o dia da compra.
Anuidade de R$ 207 — e duas fontes oficiais discordam no cashback.
Trinta dias de atraso custam 17,06% da fatura.
São três tetos ao mesmo tempo, e os 30 dias ignoram o calendário.
Três arranjos comerciais atrás da mesma frase “sem anuidade”.
A reserva precisa cobrir o ciclo inteiro, não só o mês do gasto.
O primeiro saque do mês é grátis; cada extra custa R$ 20.
São dois IOF no mesmo cartão — e o spread pesa mais que o imposto.
A campanha expirada revela o preço que o banco aceita pela isenção.
Rotativo de 10,09% ao mês — o mais barato, mas só para associados.
Anuidade zero não é custo zero: as tarifas de 12 meses, somadas.
A dívida não pode mais do que dobrar — veja quando cada taxa chega lá.
A tarifa fixa de R$ 18 pesa muito mais nos saques pequenos.
Prazo, CET e as situações em que parcelar em 18x não compensa.
Os três requisitos, o que ajuda na análise e como pedir sem conta.
O que muda para quem tem o SX e como funciona a troca pelo Free.
Anuidade zero, 2% de cashback no Magalu e 24x sem juros na loja.
Quanto o IOF devolvido e o spread de 3,5% economizam de verdade.
O rotativo dura um ciclo só. Depois vem o parcelamento obrigatório.
R$ 66,50 por mês, zerados com R$ 4.000 de gasto, e 2 bagagens.
Spread de 4% mais IOF: cada R$ 1.000 gastos fora custam 7,64%.
O que o CET inclui e por que 20% ao mês viram 791,61% ao ano.
Cartão de entrada do BB: anuidade zero na tabela e sem pontos.
Anuidade zero sem gasto mínimo — e o que o banco não publica.
Sem anuidade, pedido pelo app — e os juros ficam fora da página.
O emissor não publica a taxa: sete perguntas antes de assinar.
As 10 moedas cobrem quais destinos — e onde a compra custa 5,50%.
R$ 805 de anuidade por 12 acessos: R$ 33,54 cada entrada.
Sem holerite, mas com análise de crédito: o que muda no limite.
R$ 500 mil investidos ou R$ 10 mil de fatura: qual compensa.
R$ 18,33 por mês, seis meses grátis e desconto que depende do uso.
A entrada do Banestes é grátis para quem abre mão dos pontos.
Premium só para correntistas, com anuidade de R$ 1.500 isentável.
Entrada do Banco do Nordeste: R$ 220 por ano e pontos do banco.
Pré-pago para adolescentes e jovens sem renda nem histórico.
Pré-pago de viagem em 10 moedas, sem crédito e sem banco.
Você recarrega e gasta o que tem: sem crédito, fatura nem análise.
Topo da linha da maior cooperativa do país, a R$ 805 por ano.
Sem anuidade, com o mínimo da fatura descontado direto da folha.
O cartão de loja da Riachuelo bandeirado, a R$ 191,88 por ano.
Aposta quase tudo numa carta: devolver o IOF das compras lá fora.
Consignado sem anuidade para INSS e servidores públicos.
Entrada do banco gaúcho: R$ 20 por mês que somem com R$ 50 na fatura.
Anuidade de R$ 768 por ano e juros publicados, datados e abertos.
Feito para manter o cliente comprando dentro do grupo Renner.
Anuidade de R$ 203,88 zerada com uma compra na rede por ciclo.
Mensalidade de R$ 30 e benefícios contratados um a um, à parte.
O Black da Caixa: R$ 828 por ano, sem chegar aos quatro dígitos.
Entrada do C6: digital, sem anuidade e sem renda mínima publicada.
R$ 98 por mês para quem gasta alto ou investe no banco.
Milhas LATAM para quem voa muito e concentra gastos num cartão só.
Topo do Bradesco: R$ 2.112 por ano e 4 pontos Livelo por dólar.
Entrada sem anuidade, com pontos PAN Mais e desconto no cinema.
O cartão de entrada mais usado do país, sem anuidade vitalícia.
Saiu de linha: a ficha fica como consulta para quem ainda o tem.
Entrada do Itaú sem anuidade e sem comprovação de renda formal.
Cartão de loja para quem faz a compra de rotina no Atacadão.
Cartão de metal do Bradesco para quem vive em aeroporto.
Descontinuado: a bandeira Hipercard foi encerrada em 2025.
O Gold do Bradesco para quem viaja e junta pontos Livelo.
O premium do Inter — o antigo Inter Black — não cobra anuidade.
Anuidade zero, pontos iupp e os seguros da bandeira Visa.
Sem anuidade, para quem já vive dentro do Mercado Livre.
Não existe cartão com esse nome — a XP nunca teve Platinum.
Pré-pago para gastar em moeda estrangeira sem spread de câmbio.
Anuidade zero e cashback de 0,5% por assinatura de R$ 4,90.
Limite garantido: R$ 30 mil no CDB Titan viram o seu limite.
Digital, do grupo Bradesco, para um primeiro cartão sem burocracia.
Premium reservado a quem já é correntista Personnalité.
Sem anuidade e com dinheiro de volta na conta, não em pontos.
Anuidade zero e limite garantido por um Cofrinho a 102% do CDI.
Topo do BB para o correntista Estilo que viaja e junta Livelo.
O Black do Santander para o cliente Select, a R$ 2.200 por ano.
Sem anuidade, com limite que nasce do saldo reservado ou do CDB.
O Black do Nubank: R$ 89 por mês, isentos com R$ 8.000 de gasto.
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